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Os cinco arrependimentos mais comuns ao fim da vida

Família
Os cinco arrependimentos mais comuns ao fim da vida
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Os cinco arrependimentos mais comuns ao fim da vida
Cristian-Ştefănescu

Viva a vida intensamente. Aproveite cada dia como se fosse o último. Realize seus sonhos.

Essas são frases feitas repetidas exaustivamente, mas o fato é que, na correria do dia a dia, muita gente questiona as próprias escolhas e teme se arrepender mais tarde de algo que fez ou deixou de fazer.

Essa dúvida tão comum inspirou a enfermeira Bronnie Ware, que percebeu que o tema poderia render um livro e, baseada em suas experiências, selecionou os cinco maiores arrependimentos dos seres humanos.

Bronnie trabalhou por muitos anos com cuidados paliativos, um tipo de tratamento que busca melhorar a qualidade de vida de pacientes terminais. Assistidos por uma equipe de profissionais, os pacientes e seus familiares tendem a encarar com mais facilidade as dores inerentes ao processo de se despedir da vida, sejam físicas, sociais, emocionais ou espirituais.

De acordo com a enfermeira, os pacientes ganham uma clareza de pensamento incrível no fim de suas vidas. Confira a lista de seu livro  “The Top Five Regrets of the Dying” (“Os cinco principais arrependimentos daqueles que estão próximos da morte") e os comentários da autora:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.
Os 5 arrependimentos mais comuns ao fim da vida 2

Crédito: Thinkstock

“Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos, e muita gente tem de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomou, ou não tomou. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais."


2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.
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Crédito: Thinkstock

“Eu ouvi isso de todos os pacientes homens com quem trabalhei. Eles sentiam falta de ter aproveitado mais a juventude dos filhos e a companhia de suas parceiras. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”


3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
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Crédito: Thinkstock

“Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, acomodaram-se em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem realmente eram capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.”


4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos.
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Crédito: Thinkstock

“Frequentemente, os pacientes não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até chegarem em suas últimas semanas de vida, e nem sempre era possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos e tiveram muitos arrependimentos profundos por não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”


5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.
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Crédito: Wikipedia Commons

“Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida – que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ das coisas familiares e o medo da mudança fizeram com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que estavam contentes quando, no fundo, ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”

A pedido do Hospital Albert Einstein, a médica Ana Cláudia Arantes, geriatra e também especialista em cuidados paliativos, analisou a publicação e falou sobre cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana.

O vídeo com os comentários pode ser conferido abaixo:

 

 

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