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A duração do sexo

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A duração do sexo
Thinkstock
Entre os mitos sexuais da nossa época, está a ideia de que o ato sexual deve durar muito tempo — quanto mais, melhor.  

Quanto ao desempenho masculino, um homem costuma ser considerado mais viril se conseguir um controle impecável da ejaculação, demonstrando que é capaz de penetrar uma mulher durante muito tempo, até mesmo horas.

A pergunta é: precisamos transar como maratonistas para desfrutar plenamente o sexo? Em vez de nos orgulharmos por apresentar um desempenho “superlativo”, é importante nos perguntarmos se uma relação sexual tão prolongada é realmente prazerosa. Uma pesquisa recente questionou o imperativo do “quanto mais demorado, melhor”, demonstrando que, depois de dez a 13 minutos de coito, ocorre perda de concentração, dispersão, e portanto, a intensidade das sensações não é mesma.

Então, qual seria o tempo ideal?

Esta resposta sempre depende de cada pessoa e situação. Até os amantes do sexo tântrico podem achar uma “rapidinha” mais excitante, desde que haja um ambiente propício.

Se ambos têm facilidade para atingir o orgasmo de maneira rápida, talvez não considerem imprescindível manter uma relação mais prolongada. Mas se a mulher consegue ter orgasmos múltiplos e sente picos de prazer durante o coito, a duração pode ser maior.

O problema é quando as preferências do casal são opostas: um sente mais prazer em uma relação sexual mais longa, enquanto o outro prefere algo mais breve. Às vezes, as preferências são as mesmas, mas um distúrbio sexual impede sua realização (como no caso da ejaculação precoce).

Portanto, é importante estabelecer em conjunto a duração que melhor atenda às expectativas de ambos, desde que se façam todos os ajustes em relação à qualidade (ou seja, dedicar-se a jogos eróticos agradáveis e excitantes).

Por Dr. Ezequiel López Peralta

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